Os educandos dos 5º anos 1 e 2 do Sagrado Coração de Jesus - Unidade Educacional do SAGRADO – Rede de Educação localizada na cidade de Garibaldi/RS, participaram do II Desafio Literário Digital da Editora Brasil, onde criaram textos para a história “O mistério do Esqueleto Astolfo”, em meio a tantos, tivemos como finalista o educando Augusto Pasqualotto Maffei da turma 5.1.

Abaixo você poderá ler a continuação da história que o educando escreveu.

 

ESQUELETO ASTOLFO (continuação)

Railda, um pouco mais calma, começou a pensar como um fio de náilon e um fiapo de lã foram parar lá. A lã poderia ser de uma das roupas de Astolfo, mas o fio de náilon...

No outro dia, Railda abriu a escola como de costume e foi rapidamente para o laboratório de ciências olhar o esqueleto Astolfo e ele estava lá no mesmo lugar de sempre, parado, como Railda suspeitava. O esqueleto Astolfo não tinha vida própria ou era encantado; então, ela pensou, pensou, pensou e passou pela sua cabeça que poderia ser uma pegadinha, pois os alunos da escola sabiam que ela morria de medo dessas coisas.

No mesmo dia, Railda passou pelas turmas da escola e começou a perceber detalhes que poderiam ajudar a solucionar quem fez a brincadeira de mal gosto. No final desse dia, Railda foi falar com Rodolfo e com Rosalda sobre o ocorrido e disse que poderia ser uma brincadeira de mal gosto dos alunos. Rodolfo concordou e Rosalda completou que isso explicaria o fio de náilon e o fiapo de lã. Então, Railda disse que também explicaria a tosse que ela ouviu do esqueleto. Rodolfo deu a ordem de que começassem a busca pelos espertinhos que cometeram essa brincadeira.

No dia seguinte, os três “detetives” foram a procura, antes da aula começar. Railda foi procurar no pátio alunos que estavam com tosse e encontrou o Thiago, do 7º B, que tinha acabado de voltar de uma viagem. Já Rodolfo e Rosalda, no intervalo, procuraram na sala do 7º B, pois Thiago estudava naquela sala e acharam o rolo do fio de náilon dentro do estojo de Valentina, o que foi muito estranho, pois por qual motivo alguém levaria um rolo de fio de náilon para a escola? Facilmente alguém poderia mexer os braços do esqueleto usando um fio de náilon amarrado no braço de Astolfo e controlando com a mão.

As pistas da tosse e do fio de náilon foram descobertas facilmente, mas o fiapo de lã só foi descoberto dois dias depois, quando Railda procurou nos achados e perdidos e achou um cachecol muito parecido com o fiapo de lã encontrado na ``cena do crime´´. Ela estava perdendo a esperança de achar algum casaco ou cachecol, alguma coisa, mas nessa sexta-feira chuvosa de inverno, ela pensou em olhar nos achados e perdidos e acabou encontrando um cachecol bem parecido com o fiapo. No mesmo dia pediu para o professor de ciências examinar o fiapo e o cachecol e ele conclui que aquele fiapo era mesmo do cachecol. Railda foi passando nas salas e pedindo de quem era o cachecol e ela descobriu que era de Kamilly, do 7º B, que falou que tinha visto pela última vez no laboratório de ciências. Ainda, naquela sexta chuvosa, Railda encontrou o baú das roupas de Astolfo mal fechado e foi até sua mesa para pegar as chaves. As chaves estavam sujas, Railda as limpou e foi olhar dentro do baú e as roupas estavam bagunçadas e algumas até sujas. Essa foi a gota d´ água, pois ela sabia que quem tinha feito isso era o trio maligno do 7º B e ela iria preparar sua vingança...

No final de semana ela tinha programado toda sua vingança. Já na segunda-feira, ela avisou os diretores Rodolfo e Rosalda da vingança que ela iria fazer e os diretores concordaram, achando essa vingança saudável porque não machucaria ninguém. Na segunda-feira à noite, antes de fechar a escola, Railda estava só e preparou a vingança que aconteceria logo na primeira aula da terça-feira.